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Walter Roque Gonçalves

O acesso à internet pode ser feito por dispositivos como TV Smart, Tablets, Microcomputadores e Celulares. Dentre estes, segundo pesquisas divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Estatística (IBGE) na Pesquisa Nacional Por Amostra de Domicilio (Pnad), o celular tem se mostrado o queridinho dos brasileiros para acesso à internet e compras em lojas virtuais.

A revista Pequenas Empresas e Grandes Negócios (PEGN), junho de 2017, aponta as tendências do e-commerce. A primeira delas é preparar o site da empresa para o acessado, além dos computadores: por celulares. Outra questão é o uso das mídias sociais (Facebook, Instagram, Google +, Myspace) para relacionamento com os clientes. São recursos relativamente barato que permitem direcionar a comunicação para o público alvo, com isso, lojas menores podem desenvolver estratégias de divulgação mais adequadas e alinhadas com o comportamento do consumidor local. Além disso existem empresários que investem em aplicativos de celular próprio. A intenção é facilitar e melhorar a experiência do cliente e os produtos/serviços da loja.

No entanto, na internet, nem tudo são flores! Há consumidores, armados de seus smartphones, que vão até a loja física para analisar, sentir, ver e produto mas, não compram. Fecham as vendas pelo menor preço pela internet. Em contrapartida, as lojas tem reagido a este comportamento investindo cada vez mais no sistema clica e retira. O cliente pode ver o produto na loja física que preferir e depois compra-lo pela internet e retirá-lo em uma das lojas do grupo.

A Amazon é um exemplo neste setor, inovou no conhecido “condicional” de roupas. Clientes premium experimentem, em casa, peças de roupas encomendadas no site. Estes pagam apenas pelas roupas que gostaram e devolvem as que não serviram. Há também, supermercados que permitem comprar produtos por sites e aplicativos próprios, inclusive itens da feirinha: o cliente informa como quer o tomate ou as laranjas, por exemplo; o supermercado faz a escolha a gosto e entrega os produtos no endereço indicado.

Para criar uma loja eletrônica pode-se optar por profissionais da área ou pelas soluções oferecidas pela internet que permitem lançar e manter uma loja com menos de R$ 100,00 mensais. Com a loja na rede, a grosso modo, deve-se lembrar de planejar também a logística, estoque e atendimento. Portanto, independentemente do tamanho da empresa todas podem se beneficiar do e-commerce, cada vez mais presente em nossas vidas e nos nossos celulares.

* é consultor gerencial e financeiro de empresas, professor executivo da FGV/ABS  de Presidente Prudente | CRA 144.772 | Contato:(18)99723-3109 | consultoriaempresarialjk@gmail.com

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